As coisas mágicas

Pequeno, agora de volta a sua pequines natural precisava encontrar e esconder as coisasa mágicas da casa. Não sabia o que  Lavinia provurava, mas o importante era nao deixa-la encontrar. Um dos quartos de hospede era reservado a ele (nunca que seus pais deixariam ele dormir sozinho ali) mas era o “seu” quarto. Pequeno e Distinto correram para começar a procurar. Atras de um quadro sinalizava distinto, e Pequeno abria para coisa maravilhosas. Espelhos, chapéis… Como quade nada mágico é o que aparente Pequeno gostaria que Distinto falasse humanês e nao só rates, mas era melhor sumir com tudo que a irmã má pudesse encontrar. A irmã boa podia esconder em lugares que Lavinia nao encontraria, e distinto sabia de mais esconderijos que qualquer um na casa. É quando se ouve claramente batidas na porta. Ao olhar, pequeno ve seus pais. A bandeja (posibelmente mágica) cheia de mais coisas mágicas foi pra debaixo da cama. Aberta a porta, os pais de pequeno admiracamo quarto. Resolveram passar a noite ali, ate por que seria o final de semana e sempre tiveram curiosidade pela casa. A

Mansao Mal assombrada diziam pelo bairro. Nao parecia assombrada pra eles. Na pressa de esconder as coisas mágicas pequeno esqueceu de fechar certos esconderijos, pra alegria dos pais que, maravilhados olhavam pra cada lugar mais secreto que outro. – cabeça da estátua é vazia! Gritava o pai. Esse piso é falso! Ria a mãe. 

Pelo chao, sem ser visto, o rabo do Distinto ficava em ângulos anormais, quando seus pais se distraiam Pequeno abriu mais um segredo, num piso onde nao podia ter porta uma pequena porta apareceu, ele pegou tudo que tinha 3 oculos de sol diverentes, mas seus pais acharam uma bandeja debaixo da cama. Cheia de coisas, sem saber que eram magicas. Pequeno pegou a bandeja, jogou os óculos em cima de um boné (ele não sabia, mas esse bone era extremamante magico) e disse “nao sao nada, vou levar pra outro lugar”. Seu pai chegou perto, pegou um oculos e disse “por que escondem tranqueiras em Lugares tao secretos?” Colocando de volta no bone, os olhos do óculos começaram a abrir, silenciosamente Pequeno pediu pra ele fiar quieto e saiu pela porta, com mais magica em uma bandeja  que seus pais iriam ver na vida, cada um com preço incalculavel, mas pra eles eram só tranqueiras…

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