Computadores I

Eu nunca falei como e por que eu sou tão ligado a computadores.

Sempre achei interessante computadores, principalmente por ser uma criança dos anos 80, já que normalmente eles eram demonstrados como mágicos nos filmes e seriados. Alguém aqui tb já viu Mulher nota 1000? Ou SuperMáquina?

Creio que a desmistificação começou quando eu fiz um curso de informática lá por 96/97. Era muito importante pra época acho, principalmente por que quase ninguém efetivamente tinha computadores. Mas eles tavam por aí, nos Jogos de Guerra, na cabeça no exterminador do futuro… na Super Vicky.

Fiz curso de digitação, de MS-DOS de Windows 3.11 e pacote office.

Não sabe o que é DOS?

Também conhecido como “Pai, deu problema no computador, não tem internet! Chama o técnico”

E windows 3.11? Vish.

E vc nem sabia que existia windows em 1911!

Pois então. Eu sempre tive letra de médico. Não é feia, é exótica. O que acontecia é que ninguém julgava o que eu escrevia, pelo que eu escrevia; mas pela minha letra. Aliás, já usei a meu favor, escrevendo horrores em caneta verde nas provas do colégio para que o professor ficasse com preguiça e não lesse tudo, dando notas médias pra não ter que ler mesmo quando eu viajava fora do assunto. (Funciona).

Pois com o editor de texto eu podia ser compreendido e não ser julgado pelo meio, mas pelas idéias. Acredite ou não isso fez uma diferença grande no meu mundo. Sempre gostei de ler e falo mais que a própria lingua. Digo com conhecimento de causa que essa necessidade de se expressar também pulou pro “papel” (nossa, num futuro não distante papel vai ser obsoleto, já pensou?). Com horizontes expandidos, eu poderia até quem sabe fazer Jornalismo (Spoiler: eu me formei nisso).

Foi o primeiro contato com computação. Que é legal e tudo. Até eu descobrir a internet… no próximo post.

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