Igor (2008) – Filme Review

Aproveitando uma sequência de dias preguiçosos resolvi ver muitos filmes e, bem, lembrei desses dois por semelhanças quanto ao tema. Igor e Despicable Me, começando pelo mais antigo,

Igor (2008)

Confesso, não estou tããão inspirado assim pra escrever, mas quero tirar minha cabeça da dor no joelho que tá rolando firme e forte.

Igor foi uma animação fracasso de 2008 feito pela MGM e outros estúdios (fugindo do esquemão Dreamworks/Pixar).

Basicamente é a história de Igor, um igor (ajudante corcunda de cientista maluco maligno) que diferente do que a maioria pensa, é muito inteligente. O país deles “Malaria” (sim é o nome) um dia foi coberta por uma nuvem e as plantações morreram. A única maneira de sobreviver proposta pelo presidente era transformar o país numa superpotência de vilaniam sendo a melhor profissão a de cientista louco. E o país prosperou. E com mercado andando aquecido, foram criados ajudantes corcundas todos chamados Igor. Um deles (dublado pelo famoso John Cusack) não queria ser somente um igor, já que é inventivo e inteligente. Ele queria mesmo é ser o cientista maluco mais famoso por suas invenções más. O grande problema é a discriminação de igors (que caso desobedeçam o mestre no mínimo, são mandados a Fábrica de Reciclagem e tem as partes do corpo usadas como peças de móveis).

Pois bem, o mestre de nosso Igor particular é um cientista famoso, mas especialmente não criativo (que gera meio uma vergonha ao Igor). Quando a invenção dele que concorrerá ao concurso anual de invenções más dá errado (só vemos o braço mecânico do mestre pelo resto do filme), Igor é pressionado a mentir ao presidente, que o mestre está vivo E conseguiu criar vida (coisa que nenhum outro cientista conseguiu, mas Igor consegue).

Com a ajuda de Brian (Brain – Cérebro escrito [pelo próprio] errado) e Scamper (um coelho com topo da cabeça de metal) ele cria vida. Veja bem, Brian é um cérebro dentro de uma jarra no que só posso descrever como um abajur com rodas e garra e Scamper é um coelho suicida que não pode morrer (ambos criações de Igor). Ele monta seu projeto ” DE VIDA” (no pun intended) que é uma montro de Frankenstein tamanho grande e descobre que no final o monstro é infantil (nada competitivo na competição de maldade). Ele vai a um lugar que faz lavagem cerebral e graças ao Brian ser um idiota, acaba dando lições de Atuação e não de maldades, como era o previsto. De um montro, a monstra (que se nomeia Eva, corruptela de Evil – mau em inglês) se torna a uma aspirante a atriz. Trata Igor como diretor e Scamper e Brian como produtores.

Conforme se desenrola o filme, Igor vai demonstrando que não é tão má pessoa (apesar da fixação pelo mal), Eva é gente boa (apesar de não ser uma pessoa, mais sobre isso depois), Igor e Eva estão se apaixonando e que o principal cientista campeão de maldade na verdade sempre rouba a criação mais legal dos outros, esse ano pretendendo roubar a posição de presidente do país. Ok. Esse carinha rouba Eva (jogando com um ciúme, já que Igor era apaixonado pela mulher do seu falecido mestre) e finalmente consegue ligar o “osso da maldade” que precisava de um tranco, criticando que ela não era uma pessoa.

Chegada a hora da competição Igor escapa com ajuda dos amigos da Fábrica de Reciclagem de Igors e descobre que a nuvem que cobre Malária foi criada pelo presidente atual. Eva, agora uma potência em maldade, detona todas as outras invenções (apesar de fazer isso dançando e cantando Little Annie). Igor detona a máquina de nuvem e consegue convencer Eva a ser boazinha de novo (com uma ajuda da luz do sol, que estraga o osso da maldade), depõe o presidente atual, detona o cientista mal e a namorada dele.

No final feliz, Igor é o diretor de uma atração de sua namorada Eva no agora pais bom Malária, e Eva mostra qual é o novo projeto de futuro deles: um cachorro Frankeinstein.

Podem sentir pela minha resenha que não há tanta emoção. Eu estou vindo de uma sequência de filmes do Tim Burton (Vincent e Cabin Boy pra ser exacto) e vi muito da influência dele. Apesar de não ser um fã do cara, esse filme falhou em segui-lo. Os pontos fortes são o coelho suicida, Brian e as invenções malignas dos outros cientistas (coisas boas! no mal sentido…). De resto achei Igor um filme mediano e não é de se assustar por que não fez sucesso. Os atores mandaram bem, a animação é correta, o visual estilizado… mas não colou.

Coisa que o Criança Perpétua nickpick pra falar que é intelectual:

O fato de Igor ser uma sub classe é jogado direto na nossa cara e o quanto isso é errado, até que Igor cria Eva, e meio que tratam ELA como uma sub sub classe. Achei interessante a crítica que é sermos  pessoas cheias de preconceitos, mas que achamos o cúmulo preconceito contra nós.

TODAS as namoradas de cientistas malvados do filme são a mesma mulher, a namorada do cientista campeão (e ladrão). Ela usa pra espionar os caras. Creio eu que a única invenção desse cientista ladrão foi a (útil) pílula que muda o corpo da pessoa que toma. Engraçado é que o corpo da namorada dele que ela normalmente usa é feio pra kct, e todos os outros são melhores. Até que no final descobrimos que ela é na verdade uma Igor. E continua “dada”, apesar de implicante…

Em momentos, a resenha de Meu Malvado Favorito.

Anúncios